Fungos X Alergia respiratória

Fungos X Alergia respiratória

Os fungos crescem no ar livre, em plantas vivas e mortas, animais e outros micro-organismos. Penetram no ambiente das moradias através da ventilação de ar ou na superfície de pessoas, animais e objetos. Os fungos proliferam melhor nos locais quentes e úmidos das moradias, tais como: banheiros, soleiras de janelas e porões. São chamados popularmente também de “mofo” ou “bolor”. Um ambiente com umidade excessiva terá mais mofo (fungos).

 

 

Relação de fungos com doenças alérgicas respiratórias

Estudos científicos mostram que pessoas sensibilizadas e que vivem em moradias mais úmidas e com fungos (mofos) têm maior risco de crises de asma, rinite, sinusite, conjuntivite alérgica. Mesmo pessoas que trabalham em ambientes com focos de mofo ou crianças que convivem em creches ou estudam em salas de aula sujeitas à umidade, podem ter piora de sintomas respiratórios.

Sabe-se também que ácaros se alimentam de fungos. Por isso, moradias e ambientes com focos de umidade e mofo terão mais ácaros, conhecidos causadores de doenças alérgicas.

 

 

Situações que favorecem aparecimento de fungos

– Clima úmido,

– Moradia pouco ventilada,

– Locais sujeitos a infiltrações,

– Condições do terreno,

– Problemas relacionados à construção.

 

 

Tipos de fungos

Os gêneros de fungos encontrados em moradias urbanas são bastante variados. As espécies Aspergillus e Penicillium, em geral, são predominantes no ambiente interior (indoor), enquanto alérgenos da Alternaria e Cladosporum estão presentes tanto nos ambientes externos  (outdoor) como no interior de moradias.

 

 

 

Medidas para combate aos fungos

– Manter a casa bem ventilada e arejada. Limpeza diária com pano úmido ou aspirador de pó.

– Identificar e eliminar os problemas na moradia: corrigir focos de infiltração e umidade.

– Verificar os ambientes úmidos da casa, em especial banheiro (focos de umidade, pias, cortinas plásticas do box).

– Atenção especial ao quarto de dormir. Manter camas afastadas das paredes. Caso não seja possível, evitar paredes sujeitas à umidade, como por exemplo, contíguas à banheiros.

– Buscar focos de umidade atrás de móveis e armários embutidos.

– Limpar e secar completamente as paredes, podendo ser utilizados detergentes e água sanitária diluída. Porém, é importante lembrar que os detergentes e a água sanitária podem causar irritação respiratória. Por isso, o alérgico precisa ser afastado da casa durante a limpeza e por um período após até que os irritantes não estejam mais presentes no ar ambiente.

– Evitar uso de umidificadores nos quartos.

– Ambientes fechados por muito tempo devem ser evitados. Casas de veraneio devem ser limpas e arejadas antes da chegada da pessoa alérgica.

– Investigar como é o ambiente na escola, creche ou em locais de trabalho.

 

 

 

Fonte- Blog da Alergia


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